segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Prestem muita atenção nestes grupos:





Os Lideres Nicolaítas: São tiranos e perversos, dominadores do povo. Censuram o debate e combatem a disseminação de ideias livres orientadas pelo Espírito Santo. Sãos egoístas e egocêntricos. Advogam sempre em causa própria. Perseguem e rejeitam os justos, não mostram amor nem misericórdia por ninguém. Revelam em si mesmos, como portadores da conhecida Síndrome de Lúcifer. Amam o poder, a riqueza e a fama, por isso praticam e toleram sempre a injustiça e a iniquidade.
Os Falsos Profetas: Deturpam e desvirtuam a Perfeita e Eterna Palavra de Deus, são gentis e generosos, mas só aparentemente, a fim de prepararem o coração das pessoas incautas para receberem suas mentiras sem questionarem. Geralmente apresentam grande conhecimento teológico e erudição, mas negam a Cristo através de suas heresias sutis e suas obras fraudulentas. São obstinados e tem um propósito objetivo e muito bem definido que é o de desviar os servos do Senhor do Caminho estreito e santo. São astuciosos e sagazes. Citam versículos geralmente isolados e fora do contexto para anularem o valor e a eficácia da mensagem bíblica.
Os Crentes religiosos: Não são edificados no amor de Cristo, pela palavra. São escravizados pelo medo e orientados por conveniências humanas, estão cegos e por isso são facilmente enganados pelos falsos profetas e dominados pelos lideres nicolaítas, seguem sempre aceitando serem desviados da verdade por doutrinas de demônios. São seletistas e relativistas, excludentes e pragmáticos. Vangloriam-se de obras nas quais se auto-justificam. Negam a eficácia da fé e querem anular a graça de Deus, não creem na suficiência salvífica do sacrifício vicário e perfeito de Jesus Cristo na cruz do calvário.  (Mateus 23.1-39, II Pedro 2.1, I João 4.1) (“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” - I Pedro 2.9)


25/01/2016                                                                                     Paulo Marques 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Que religião Jesus fundou, ou qual é a religião verdadeira?






Gostaria agora de pensar em religião e de falar sobre este assunto sempre tão importante para a humanidade em geral, de uma forma bem diferente do que a grande maioria das pessoas pensa e do que muitas destas pessoas costumam praticar também, certamente esperando agradar a Deus, Alah, Krishna ou a qualquer outra divindade transcendente e muito superior ao homem simples e comum. A melhor definição de religião que me ocorre então é aquela, segundo o conceito latino de religare, como algo que nos religasse (ligasse novamente o ser humano, totalmente separado da divindade ou Ser superior, no caso dos cristãos, por causa do pecado original) Neste caso então, a RELIGIÃO verdadeira ou se preferir, o verdadeiro religare seria o próprio Cristo revelado nas escrituras, baseando-se na declaração que ele mesmo fez a respeito de si: “Eu sou o CAMINHO, a VERDADE e a VIDA, ninguém vem ao Pai, senão por mim (João 14.6)” Observem que ele não diz “vai” e sim “vem” ao pai o que significa:               1º - Que ninguém consegue de fato chegar até Deus se antes, não passar por Ele 2º - Que – como o próprio Cristo também afirmou: quem o vê, também vê o pai (João 14.9) e que Ele e o pai são UM (unicidade) João 10.30 e é algo que se completa na afirmação do apostolo Paulo em Colossenses 2.9 de que nEle habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Daí pode-se concluir que a RELIGIÃO VERDADEIRA ou, melhor dizendo, O VERDADEIRO RELIGARE (ou, melhor ainda: O ÚNICO RELIGARE) é o nosso amado Senhor e Salvador Jesus Cristo e não uma organização, mística ou eclesiástica, seja ela qual for, com todos os seus dogmas, paramentos e tradições, com toda sua ritualística, reuniões e cerimônias mecânicas ou até mesmo suas dinâmicas de cultos que parecem, grosso modo, pretender-se através destas formulas e ritos, aplacar a divindade e (ou) se alcançar algum favor dela. Se nós formos pensar em termos históricos ou culturais, poderíamos sim afirmar, sem medo de errar, que Jesus, aquele filho de um carpinteiro da cidadezinha de Nazaré, foi de fato aquele que fundou a religião cristã (ou Cristianismo) no primeiro século da nossa era, porém se pensarmos em religião como algo livre de formas ou conceitos humanos, chegar-se a uma sabia e importante conclusão de que ele não fundou nenhuma religião, pois é a própria Religião em si ou o único e verdadeiro religare, que nos liga outra vez a Divindade Transcendental, A Deus. Portanto você não precisa hesitar nem ter vergonha quando alguém te perguntar se tem alguma religião ou a qual religião você pertence e pode responder tranquilamente: Sim, eu tenho Jesus Cristo! Pois é Ele aquele que é santo e verdadeiro, o amém, a testemunha fiel e verdadeira o fundamento de toda a criação. Aleluia! (Apocalipse 3.7,14)



  20/01/16                                                                               Paulo Marques da Silva

terça-feira, 12 de janeiro de 2016



Homossexualismo na igreja










Recentemente fui questionado se seria correto dizer que, na história do mundo, dinastias e civilizações inteiras de fato naufragaram na rocha da homossexualidade. Minha resposta foi que não deveríamos pôr as coisas desse modo. Claro, eu creio que a prática homossexual é imoral e proibida pela Lei de Deus. Todavia, em Romanos 1.21 – 32, Paulo põe dessa forma: deixaram de servir a Deus para servirem à criatura. Como uma consequência, Deus entregou-lhes às paixões impuras. Homossexualidade é julgamento de Deus sobre uma sociedade que abandonou a Deus e adora a criatura em vez do Criador. A apostasia espiritual é a rocha na qual as culturas, incluindo a nossa, foi fundada, e a homossexualidade é o julgamento de Deus sobre tal apostasia. Esta é a razão porque a homossexualidade era uma prática comum entre as antigas culturas pagãs; na verdade, é uma prática comum entre a maioria das culturas pagãs, incluindo a nossa crescente cultura neo-pagã. Em resumo, a ideia de que a tolerância da homossexualidade é um mal que conduzirá ao julgamento de Deus não é bíblica, pois coloca o carro na frente dos bois. É exatamente o contrário! A prevalência da homossexualidade em uma cultura é um sinal seguro de que Deus já tem executado ou está executando sua ira sobre a sociedade por sua apostasia. A causa deste julgamento não é a prática imoral da homossexualidade (apesar dos atos imorais homossexuais); mas sim, sua apostasia espiritual. A prevalência da homossexualidade é o efeito, não a causa da ira de Deus visitando aquela sociedade. E em uma sociedade cristã (ou talvez devesse dizer “pós-cristã”), isso significa, inevitavelmente, que a prevalência da homossexualidade na sociedade é julgamento de Deus sobre a igreja por sua apostasia, sua infidelidade para com Deus, porque o julgamento de Deus começa com a Casa de Deus (1Pe 4.17).
Esta, decerto, não é uma mensagem popular aos cristãos. É fácil levantar o dedo para os pecados e imoralidades grosseiros, mas a igreja está muito menos disposta a considerar seu papel nos males sociais que maculam nossa era. A apostasia espiritual que nos levou à presente condição começou na igreja, e grande parte do fracasso da sociedade moderna, que os cristãos corretamente lamentam pode, em alguma medida, ser atribuída a esta apostasia da igreja como a causa fundamental. E mesmo agora a igreja recusa-se a assumir sua responsabilidade para preservar a sociedade deste mal tão sério, tendo abdicado de seu papel profético como porta-voz de Deus para a Nação.
Claro, isto não quer dizer que não deveríamos desafiar o lobby gay e não trabalharmos para estabelecer uma moralidade bíblica em nossa sociedade. Nós devemos. Mas, também devemos escolher as prioridades corretas; e eu temo que a igreja tenha um diagnóstico equivocado destes problemas e tenha escolhido errado as suas prioridades. A Igreja sofre com o flagelo homossexual, tanto quando, e talvez mais, do que qualquer outro setor da sociedade (com exceção da mídia e do mundo do entretenimento). Para maior parte deste século, a igreja tem procurado um deus feminino para substituir o Deus da Bíblia. Nós tivemos ministros que ensinaram, agiram e pregaram como mulheres há muitos anos. O Ministério Pastoral de nossa geração é, no geral, caracterizado pela feminilização. O crescente número de homossexuais no ministério é, penso, simultaneamente uma causa e efeito relacionados a isto e, ao mesmo tempo, uma manifestação do julgamento de Deus sobre a igreja. Muitas vezes, é claro, o julgamento funciona numa relação de causa e efeito, porque toda criação é obra de Deus; portanto, ela funcionada de acordo com Seu plano e vontade. A igreja tem se tornado completamente efeminada por causa de um clero efeminado. O Ministério hoje é dirigido primariamente por mulheres, e ministros têm começado a pensar e agir como mulheres, porque o Cristianismo tem se tornado naquilo que é chamado de “religião salva-vidas” – mulheres e crianças primeiros. E o mundo vê isso bem adequadamente.
Por exemplo, foi-me dito em mais de uma ocasião por pastores e presbíteros que, quando eles visitam os membros de suas igrejas, se porventura o homem da casa vem recebê-los à porta, frequentemente a primeira coisa que este homem diz é: vou buscar a esposa. Pastores e Presbíteros estão ali para mimar as mulheres e as crianças; ou então, como pensa o mundo, isto é simplesmente porque o ministério na igreja é frequentemente dirigido principalmente às mulheres e crianças, e não aos homens. Tenho observado o mesmo tipo de coisa em reuniões das igrejas. Se alguém levanta uma questão doutrinária ou mesmo assuntos sérios sobre a missão da igreja, o interesse é quase nulo. No entanto, frequentemente tem havido, e continua havendo, enormes problemas doutrinários e problemas relacionados ao entendimento da igreja de sua missão no mundo, incomodando essas igrejas; apesar disso, estas igrejas nem mesmo consideraram que isso merece discussões nas reuniões de liderança da igreja. Os líderes da Igreja falarão de maneira interminável sobre “relacionamentos” e afins, mas evitarão questões doutrinárias [como evitam] a praga porque estes assuntos são considerados causas de divisão e que dificultam os “relacionamentos”.
Agora, no fundo eu creio que isto é um sério problema criado pela feminização da liderança da igreja. A agenda da liderança, que é uma agenda masculina, foi substituída por uma agenda feminina, que é um desastre para liderança. A igreja tem abandonado o Deus das Escrituras pelo conforto de uma divindade do tipo feminino que não requer líderes eclesiásticos que exponham doutrinas bíblicas ou ajam com convicção de acordo coma Palavra de Deus (ambos são percebidos, muitas vezes com razão, como causador de divisão – Mt 10. 34ss); mas, em vez disso, exige líderes simplesmente para mãe de suas congregações de uma forma feminina. Isso, naturalmente, produz ministros efeminados e uma igreja efeminada. Mas, isto não é simplesmente uma causa e efeito impessoal relacionadas. Deus age através de causas secundárias em sua Criação para executar sua vontade. Um ministério efeminado e uma igreja efeminada são a resposta de Deus para a determinação de a igreja substituir o Deus da Escritura por um deus do sexo feminino; e esta cruzada contra o Deus da Bíblia tem sido em sua própria maneira, uma característica do evangelicalismo, como abertamente tem sido a característica do liberalismo que os evangélicos dizem abominar, mas ainda assim, estão dispostos a imitar.
Este não é um problema apenas agora na igreja, mas porque está na igreja, a sociedade em geral é agora feminizada e efeminada. Somos governados por mulheres e homens que pensam e agem como mulheres. Mas, as mulheres não fazem bons governos em geral. Em Margaret Thatcher tivemos uma situação inversa: uma mulher que pensava mais como um homem deve pensar, mas a exceção não anula a regra. Eu não estou discutindo um ponto político aqui, nem endossando qualquer posição [política]; até porque eu acredito que isto tudo é parte da situação em julgamento. O mundo está de cabeça para baixo, porque os homens viraram de cabeça para baixo por sua rebelião contra Deus. Jean-Marc Berthoud frisou bem este ponto em seu artigo “Humanism: Trust in Man – Ruin of the Nations”, o qual eu recomendo em relação a este tópico. Agora somos governados por mulheres e crianças (Is 3.4, 12)
Mas, a Liderança não é feminina. Líderes Efeminados não governam bem, seja o Estado, seja a Igreja. É vital que a Justiça seja temperada com Misericórdia. Mas alguém não pode temperar a Misericórdia com a Justiça. Quando a misericórdia é colocada antes da justiça, as sociedades sofrem colapsos nas situações idiotas que temos hoje, onde os criminosos são libertos e as pessoas inocentes são condenadas. Por exemplo, as punições infligidas aos motoristas por inadvertidamente dirigirem um pouco acima do limite da velocidade hoje, mesmo onde não há perigo envolvido, são muitas vezes mais graves do que os castigos infligidos aos ladrões. E hoje um pai pode ser punido por bater em um filho travesso – mesmo que tal castigo seja realizado num ambiente de amor e disciplina e não haja perigo para criança – mas ainda assim, alguém pode, com impunidade, assassinar os filhos ainda não nascidos. O Estado ainda paga por esses abortos, fornecendo-lhes o Sistema Único de Saúde.
Creio que isto é o resultado final da feminização de nossa cultura. Pensa-se, frequentemente, que a liderança feminina é mais compassiva, mais carinhosa. Isto é um mito que a ideologia feminista tem trabalhado nas percepções populares da realidade em nossa cultura. Pelo contrário, a cultura feminista é uma cultura violenta, uma cultura que produz o aborto e ao mesmo tempo exige que se extinga as coisas tipicamente masculinas. Uma situação mais perversa é difícil de se imaginar. Em última análise, o feminismo é, na prática, inerentemente violento, intrinsecamente instável, intrinsecamente perverso, inerentemente injusto, porque ele é todas essas coisas em princípio, a saber, a rejeição da ordem criada por Deus; e as consequências de um compromisso religioso sempre se desenvolverão na prática. O Feminismo está, agora, desenvolvendo as consequências práticas de sua visão religiosa da sociedade (e isto é sua religião).
As igrejas têm falhado em ver isso. Elas têm abraçado o feminismo vigorosamente, e como consequência, se tornaram uma importante avenida pela qual o Feminismo tem sido capaz de influenciar nossa cultura. O clero estava envolvido na feminização da fé e da igreja bem antes do Movimento Feminista tivesse se tornado consciente na percepção popular. E a feminização de nossa cultura é um dos principais motivos para sua anarquia e violência. Por exemplo, o resultado da feminização da sociedade tem sido a de que os homens perderam o seu papel em muitos aspectos. O feminismo tem definido homens em nada mais do que briguentos ou efeminados. Na perspectiva feminista, estas são as duas alternativas para os Homens, embora isso não possa ser entendido por muitas feministas; talvez normalmente não seja, porque o Feminismo é ingênuo e não opera com base na razão, mas na emoção; e estas coisas trazem-nos novamente ao problema da liderança e governos femininos. Emoções não lideram ou governam bem. Para as Feministas, os homens são governantes incapazes; as mulheres devem governar.
Agora nós temos o governo de mulheres e homens efeminados. O efeito de colocar as virtudes femininas no lugar das virtudes masculinas, e as virtudes masculinas no lugar das virtudes femininas tem sido a de subverter a ordem criada. Como resultado, a justiça é desprezada e a misericórdia é transformada e colocada em seu lugar. A Liderança é masculina, mas é preciso temperá-la com as virtudes feministas. Quando as virtudes feministas estão na liderança, as virtudes masculinas não podem funcionar; a masculinidade é feita desnecessária. Isto é um dos problemas mais sérios da nossa sociedade. O Feminismo tornou a liderança masculina na igreja e da nação obseleta e, agora, estamos colhendo as consequências espirituais e sociais disto. A Justiça é uma vítima! A misericórdia cessa de ser misericórdia e torna-se indulgência dos piores vícios. Violência, anarquia, desordem e uma sociedade disfuncional são o legado da Feminização de nossa Sociedade, porque neste sentido, nem as virtudes masculinas, nem as femininas podem desempenhar apropriadamente seu papel. O mundo é posto de ponta cabeça. Até mesmo as igrejas “crentes na Bíblia” são anestesiadas na sua apostasia em relação a este e muitos outros assuntos em nossa sociedade. Temos uma igreja efeminada, e uma sociedade efeminada e, portanto, a resposta de Deus tem sido um ministério cada vez mais homossexual e uma crescente sociedade homossexual. Este é o justo julgamento de Deus sobre nossa apostasia espiritual.
A resposta é o arrependimento, voltar-se para Deus e abandonar nosso caminho de rebelião contra a ordem divina da Criação. A igreja deve começar isto. O julgamento começa com a igreja (1Pe 4.17) e o arrependimento também. Eu não creio que resolveremos o problema homossexual até reconhecermos sua causa. É o julgamento de Deus sobre a apostasia da Nação. Liderando o caminho para esta apostasia estava a igreja.
O que tenho dito acima não significa minimizar a seriedade do problema homossexual, nem sua imoralidade. Mas devemos reconhecer isto como uma manifestação do julgamento de Deus, como Paulo tão claramente ensina em Romanos, capítulo um. A resposta está em combater as causas, enquanto não deixamos de fazer as outras coisas. O que eu disse aqui não significa promover uma diminuição da oposição cristã aos direitos homossexuais por qualquer meio; mas significa encorajar a uma maior leitura do problema, porque é nesta vasta leitura do problema que detectamos a causa e esperamos a solução para o problema.


Além disso, este assunto não um assunto isolado. É parte inseparável da re-paganização de nossa sociedade, uma tendência de que a igreja, em grande medida, não apenas tem tolerado, mas por vezes, estimulado, por sua percepção míope de fé e sua negação prática de sua relevância para toda a vida do homem, incluindo seus relacionamentos e responsabilidades. Enquanto a crítica é necessária e vital na tarefa profética da igreja de levar a Palavra de Deus para influenciar nossa sociedade, ela não é o bastante. Em vez disso, a igreja também deve jogar fora o seu próprio consentimento na prática do humanismo secular e praticar o pacto da vida da comunidade redimida no momento que ela tenha qualquer efeito sobre nossa cultura. Portanto, o julgamento continuará ininterruptamente até a igreja mais uma vez começar a viver para fora, bem como falando a palavra de vida para sociedade em sua volta. Somente então quando ela começar a manifestar o reino de Deus; e apenas quando a igreja começar a manifestar o reino de Deus novamente, nossa sociedade começará a ser liberta do julgamento de Deus.





sábado, 19 de dezembro de 2015

A Verdadeira Ceia do Senhor (2ª Parte)
          As Festas “Ágape” (de Amor)

         

                                                                            Algo muito comum entre os cristãos do 1º século eram as Festas Ágape, ocasiões bastante propicias, motivos de comunhão sincera e de alegria, quando todos os santos – os membros da Igreja de Cristo – se reuniam para confraternizarem entre si e regozijarem na presença do Senhor. Na congregação dos salvos reuniam-se ricos e pobres, servos e senhores. Poderia haver gente de todos os povos e nações do mundo que tivesse recebido ao Senhor Jesus Cristo como seu Salvador.   Só não podia haver acepção de pessoas. Cada um trazia sua porção de alimentos (e de bebidas) das quais todos deveriam participar com igual prazer e louvor a Deus, o Pai, Senhor deles e nosso. Era o momento em que todos os irmãos em Cristo Jesus, nosso Salvador, também celebravam aquilo ao qual podemos chamar de A Verdadeira Ceia do Senhor, não uma cerimônia religiosa ou um ritual monótono, vazio e repetitivo, mas um verdadeiro banquete do espírito, da alma e do corpo, pois somos seres
tricotômicos. Para o espírito era o temor e a reverencia, além da eterna gratidão ao Pão vivo que desceu do céu (Jesus Cristo, o amado Salvador, o esperado Noivo da Igreja) para a alma era o prazer e alegria sinceros de estarem reunidos, àqueles que já não eram mais cidadãos deste mundo, mas que, um dia, estariam todos juntos habitando, para sempre na Jerusalém celestial, para o corpo era o pão nosso de cada dia, o qual o nosso Pai tem nos dado abundantemente, por sua Graça e Misericórdia.      A oração mais importante nestas ocasiões deveria ser o “Pai Nosso”, não uma reza qualquer, mas a “oração modelo” que o próprio Salvador Jesus Cristo nos ensinou, alem de outras orações de agradecimento pelo fato de o Senhor ter nos feito digno, de participar de algo tão importante, que um dia toda a Igreja estará celebrando com ele, com os apóstolos e com os patriarcas, lá em cima, no lugar de eterno gozo e da glória perfeita. Deveria haver um celebrante, para a Ceia do Senhor, certamente algum pastor, bispo ou qualquer outro líder espiritual da igreja local. Esta parte da festa – talvez a mais importante – não era uma ministração de sacramentos nem um ritual místico, porém um memorial em que os crentes lembravam e anunciavam a morte do Senhor até que ele volte para buscar a sua Igreja santa, comprada com seu próprio sangue na cruz do Calvário. A festa Ágape e a Ceia do Senhor não eram nem jamais serão, motivo de glutonaria, dissensão, nem julgamento precipitado dos servos do Senhor, mas cada um deveria, assim como deve sempre, examinar-se a si mesmo, antes de comer deste pão e beber deste cálice que, segundo o próprio Senhor Jesus, simbolizam o seu corpo e o seu sangue derramado por nós, para a remissão de nossos pecados e a nossa justificação diante daquele que é Santo, Santo, Santo.                                                                 Que o nosso Deus possa abençoar a cada um dos irmãos. Que a paz de Cristo possa sempre reinar abundantemente em cada coração. Graça e Paz da parte de Deus Pai e de seu Filho, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Pastor e Bispo de nossas almas. Aquele que é que era e que sempre será. Maranata! Vem Senhor Jesus!
                                                                                                                           
                                                                              Por: Paulo Marques.

Próximo artigo do blog: Caminhada Cristã
Santidade e renuncia. Liberdade e bom testemunho. 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

A verdadeira Ceia do Senhor
(Ou é ou não é!).

Algumas vezes eu me pego a pensar e me pergunto sobre o que poderia levar o pastor ou líder espiritual de uma “igreja” – de qualquer igreja – evangélica, a ler um texto bíblico para a sua comunidade e depois de ter lido esta determinada parte da Escritura, fazer tudo diferente ou até mesmo ao contrário daquilo que ele mesmo leu, e do que está ali escrito. O texto preferido na grande maioria das denominações evangélicas contemporâneas (que alguns chamam até de “texto base” ou “texto áureo”) no dia e hora em que eles vão “celebrar” aquilo que chamam de Santa Ceia é a passagem de I Coríntios, capitulo 11. Versículo 23-32. Mas... Será que eles estão de fato celebrando uma das duas únicas ordenanças da Igreja (a outra é o batismo nas águas) do modo correto como o Senhor Jesus além do próprio apóstolo Paulo, nos orientaram, através da Santa e Perfeita Palavra de Deus? Eu afirmo categoricamente que não e em seguida vou mostrar o porquê.


1-    De acordo com o texto de I Coríntios 11, a Verdadeira Ceia do Senhor, era uma refeição farta, realizada uma vez por ano, por época da páscoa, quando toda a comunidade cristã primitiva reunia-se num determinado local, para celebrar a comunhão dos santos e anunciar a morte do Senhor até o dia da sua gloriosa volta para buscar a amada Igreja. Nestas ocasiões havia postos à mesa, todos os elementos presentes e indispensáveis para uma boa refeição, geralmente noturna (inclusive muito vinho e pães asmos) e não apenas um monte de migalhas como é o que mais se vê por ai, nestas igrejas evangélicas de hoje em dia. Depois eles ainda querem criticar os Católicos Romanos que comungam com a hóstia consagrada no santíssimo sacramento da eucaristia, só que eu não consigo ver tanta diferença assim entre a santa missa católica e a “santa ceia” da maioria das igrejas evangélicas. Inclusive o nome bíblico que é a Ceia do Senhor e não “santa ceia” era como os próprios católicos chamavam a missa antes do “it missam est” (Mas este já é assunto para outro artigo).


2-    Não há nas Sagradas Escrituras nenhum outro texto que possa sequer indicar que a palavra CEIA possa significar apenas algumas migalhas de pão e uma quantidade risível de suco de uvas no lugar de uma refeição farta e abençoada pelo Senhor e nenhum pastor, bispo (ou seja, lá o que ou quem for) tem autoridade por si mesmo, para mudar aquilo que já está escrito, tendo sido revelado pelo próprio Deus e deixado como estatuto, de geração em geração, até o fim dos tempos. Infelizmente há alguns que mudam a verdade do Senhor em mentiras, cujo propósito condenável parece ser apenas distrair e enganar um povo falto de entendimento e tardio em compreender e discernir os mistérios de Deus e as maravilhas do seu Espírito Santo e assim desprezam o tesouro da Verdadeira comunhão dos Santos, os Salvos do Senhor.


3-    Seria então, uma tremenda ignorância acreditar-se que um ritual vazio, monótono e repetitivo, totalmente destituído de seu verdadeiro sentido bíblico, possa ter mesmo algum valor doutrinário ou de crescimento espiritual e, portanto, agradar ao Deus que tudo estabeleceu antes do inicio dos séculos e da fundação do mundo, inclusive a maneira correta de nos aproximarmos dEle para obter o seu precioso favor. Ainda há tempo, meus amigos e irmãos! Abram os seus olhos! Saiam do meio desta religiosidade abstrata que tem apenas a aparência de sabedoria e humildade em devoção voluntária, mas não é de valor algum, senão para satisfação do próprio ego inflado daqueles que se dizem chamados e ungidos por Deus, mas, se eles estão mudando a VERDADE de Deus, apenas provam que não tem parte alguma com Ele, nem vida, em si mesmos. (Cl. 2.23, Jo. 6.53 e refs.)

Fontes: Comentário Bíblico NT – Mathews Henry e F. Davidson – O Novo Comentário da Bíblia.


(Paulo Marques é servo de Deus, apologista (de apologética) e um ferrenho defensor das Verdades contidas nas Sagradas Escrituras.)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

VERDADES BÍBLICAS E MENTIRAS EVANGÉLICAS





Durante alguns anos, eu tenho observado os erros crassos que alguns ditos, pastores evangélicos, cometem na pregação ou no ensino da Palavra de Deus. Neste meu novo blog eu estarei esclarecendo aos meus leitores e a todos quantos se interessarem, sobre os verdadeiros absurdos teológicos e doutrinários decorrentes da má interpretação, muitas vezes, proposital e má intencionada. Vale a pena ficar alerta para poder escapar das heresias e da sanha canibal de alguns lobos vestidos em pele de cordeiro cuja meta é apenas explorar a ignorância (falta de informação, conhecimento...) e a ingenuidade do povo de Deus.                                  E Vamos à LUTA!


"Porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da verdade." (II Coríntios 13 : 8)