sábado, 19 de dezembro de 2015

A Verdadeira Ceia do Senhor (2ª Parte)
          As Festas “Ágape” (de Amor)

         

                                                                            Algo muito comum entre os cristãos do 1º século eram as Festas Ágape, ocasiões bastante propicias, motivos de comunhão sincera e de alegria, quando todos os santos – os membros da Igreja de Cristo – se reuniam para confraternizarem entre si e regozijarem na presença do Senhor. Na congregação dos salvos reuniam-se ricos e pobres, servos e senhores. Poderia haver gente de todos os povos e nações do mundo que tivesse recebido ao Senhor Jesus Cristo como seu Salvador.   Só não podia haver acepção de pessoas. Cada um trazia sua porção de alimentos (e de bebidas) das quais todos deveriam participar com igual prazer e louvor a Deus, o Pai, Senhor deles e nosso. Era o momento em que todos os irmãos em Cristo Jesus, nosso Salvador, também celebravam aquilo ao qual podemos chamar de A Verdadeira Ceia do Senhor, não uma cerimônia religiosa ou um ritual monótono, vazio e repetitivo, mas um verdadeiro banquete do espírito, da alma e do corpo, pois somos seres
tricotômicos. Para o espírito era o temor e a reverencia, além da eterna gratidão ao Pão vivo que desceu do céu (Jesus Cristo, o amado Salvador, o esperado Noivo da Igreja) para a alma era o prazer e alegria sinceros de estarem reunidos, àqueles que já não eram mais cidadãos deste mundo, mas que, um dia, estariam todos juntos habitando, para sempre na Jerusalém celestial, para o corpo era o pão nosso de cada dia, o qual o nosso Pai tem nos dado abundantemente, por sua Graça e Misericórdia.      A oração mais importante nestas ocasiões deveria ser o “Pai Nosso”, não uma reza qualquer, mas a “oração modelo” que o próprio Salvador Jesus Cristo nos ensinou, alem de outras orações de agradecimento pelo fato de o Senhor ter nos feito digno, de participar de algo tão importante, que um dia toda a Igreja estará celebrando com ele, com os apóstolos e com os patriarcas, lá em cima, no lugar de eterno gozo e da glória perfeita. Deveria haver um celebrante, para a Ceia do Senhor, certamente algum pastor, bispo ou qualquer outro líder espiritual da igreja local. Esta parte da festa – talvez a mais importante – não era uma ministração de sacramentos nem um ritual místico, porém um memorial em que os crentes lembravam e anunciavam a morte do Senhor até que ele volte para buscar a sua Igreja santa, comprada com seu próprio sangue na cruz do Calvário. A festa Ágape e a Ceia do Senhor não eram nem jamais serão, motivo de glutonaria, dissensão, nem julgamento precipitado dos servos do Senhor, mas cada um deveria, assim como deve sempre, examinar-se a si mesmo, antes de comer deste pão e beber deste cálice que, segundo o próprio Senhor Jesus, simbolizam o seu corpo e o seu sangue derramado por nós, para a remissão de nossos pecados e a nossa justificação diante daquele que é Santo, Santo, Santo.                                                                 Que o nosso Deus possa abençoar a cada um dos irmãos. Que a paz de Cristo possa sempre reinar abundantemente em cada coração. Graça e Paz da parte de Deus Pai e de seu Filho, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Pastor e Bispo de nossas almas. Aquele que é que era e que sempre será. Maranata! Vem Senhor Jesus!
                                                                                                                           
                                                                              Por: Paulo Marques.

Próximo artigo do blog: Caminhada Cristã
Santidade e renuncia. Liberdade e bom testemunho. 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

A verdadeira Ceia do Senhor
(Ou é ou não é!).

Algumas vezes eu me pego a pensar e me pergunto sobre o que poderia levar o pastor ou líder espiritual de uma “igreja” – de qualquer igreja – evangélica, a ler um texto bíblico para a sua comunidade e depois de ter lido esta determinada parte da Escritura, fazer tudo diferente ou até mesmo ao contrário daquilo que ele mesmo leu, e do que está ali escrito. O texto preferido na grande maioria das denominações evangélicas contemporâneas (que alguns chamam até de “texto base” ou “texto áureo”) no dia e hora em que eles vão “celebrar” aquilo que chamam de Santa Ceia é a passagem de I Coríntios, capitulo 11. Versículo 23-32. Mas... Será que eles estão de fato celebrando uma das duas únicas ordenanças da Igreja (a outra é o batismo nas águas) do modo correto como o Senhor Jesus além do próprio apóstolo Paulo, nos orientaram, através da Santa e Perfeita Palavra de Deus? Eu afirmo categoricamente que não e em seguida vou mostrar o porquê.


1-    De acordo com o texto de I Coríntios 11, a Verdadeira Ceia do Senhor, era uma refeição farta, realizada uma vez por ano, por época da páscoa, quando toda a comunidade cristã primitiva reunia-se num determinado local, para celebrar a comunhão dos santos e anunciar a morte do Senhor até o dia da sua gloriosa volta para buscar a amada Igreja. Nestas ocasiões havia postos à mesa, todos os elementos presentes e indispensáveis para uma boa refeição, geralmente noturna (inclusive muito vinho e pães asmos) e não apenas um monte de migalhas como é o que mais se vê por ai, nestas igrejas evangélicas de hoje em dia. Depois eles ainda querem criticar os Católicos Romanos que comungam com a hóstia consagrada no santíssimo sacramento da eucaristia, só que eu não consigo ver tanta diferença assim entre a santa missa católica e a “santa ceia” da maioria das igrejas evangélicas. Inclusive o nome bíblico que é a Ceia do Senhor e não “santa ceia” era como os próprios católicos chamavam a missa antes do “it missam est” (Mas este já é assunto para outro artigo).


2-    Não há nas Sagradas Escrituras nenhum outro texto que possa sequer indicar que a palavra CEIA possa significar apenas algumas migalhas de pão e uma quantidade risível de suco de uvas no lugar de uma refeição farta e abençoada pelo Senhor e nenhum pastor, bispo (ou seja, lá o que ou quem for) tem autoridade por si mesmo, para mudar aquilo que já está escrito, tendo sido revelado pelo próprio Deus e deixado como estatuto, de geração em geração, até o fim dos tempos. Infelizmente há alguns que mudam a verdade do Senhor em mentiras, cujo propósito condenável parece ser apenas distrair e enganar um povo falto de entendimento e tardio em compreender e discernir os mistérios de Deus e as maravilhas do seu Espírito Santo e assim desprezam o tesouro da Verdadeira comunhão dos Santos, os Salvos do Senhor.


3-    Seria então, uma tremenda ignorância acreditar-se que um ritual vazio, monótono e repetitivo, totalmente destituído de seu verdadeiro sentido bíblico, possa ter mesmo algum valor doutrinário ou de crescimento espiritual e, portanto, agradar ao Deus que tudo estabeleceu antes do inicio dos séculos e da fundação do mundo, inclusive a maneira correta de nos aproximarmos dEle para obter o seu precioso favor. Ainda há tempo, meus amigos e irmãos! Abram os seus olhos! Saiam do meio desta religiosidade abstrata que tem apenas a aparência de sabedoria e humildade em devoção voluntária, mas não é de valor algum, senão para satisfação do próprio ego inflado daqueles que se dizem chamados e ungidos por Deus, mas, se eles estão mudando a VERDADE de Deus, apenas provam que não tem parte alguma com Ele, nem vida, em si mesmos. (Cl. 2.23, Jo. 6.53 e refs.)

Fontes: Comentário Bíblico NT – Mathews Henry e F. Davidson – O Novo Comentário da Bíblia.


(Paulo Marques é servo de Deus, apologista (de apologética) e um ferrenho defensor das Verdades contidas nas Sagradas Escrituras.)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

VERDADES BÍBLICAS E MENTIRAS EVANGÉLICAS





Durante alguns anos, eu tenho observado os erros crassos que alguns ditos, pastores evangélicos, cometem na pregação ou no ensino da Palavra de Deus. Neste meu novo blog eu estarei esclarecendo aos meus leitores e a todos quantos se interessarem, sobre os verdadeiros absurdos teológicos e doutrinários decorrentes da má interpretação, muitas vezes, proposital e má intencionada. Vale a pena ficar alerta para poder escapar das heresias e da sanha canibal de alguns lobos vestidos em pele de cordeiro cuja meta é apenas explorar a ignorância (falta de informação, conhecimento...) e a ingenuidade do povo de Deus.                                  E Vamos à LUTA!


"Porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da verdade." (II Coríntios 13 : 8)