A Verdadeira Ceia do Senhor (2ª Parte)
          As Festas “Ágape” (de Amor)

         

                                                                            Algo muito comum entre os cristãos do 1º século eram as Festas Ágape, ocasiões bastante propicias, motivos de comunhão sincera e de alegria, quando todos os santos – os membros da Igreja de Cristo – se reuniam para confraternizarem entre si e regozijarem na presença do Senhor. Na congregação dos salvos reuniam-se ricos e pobres, servos e senhores. Poderia haver gente de todos os povos e nações do mundo que tivesse recebido ao Senhor Jesus Cristo como seu Salvador.   Só não podia haver acepção de pessoas. Cada um trazia sua porção de alimentos (e de bebidas) das quais todos deveriam participar com igual prazer e louvor a Deus, o Pai, Senhor deles e nosso. Era o momento em que todos os irmãos em Cristo Jesus, nosso Salvador, também celebravam aquilo ao qual podemos chamar de A Verdadeira Ceia do Senhor, não uma cerimônia religiosa ou um ritual monótono, vazio e repetitivo, mas um verdadeiro banquete do espírito, da alma e do corpo, pois somos seres
tricotômicos. Para o espírito era o temor e a reverencia, além da eterna gratidão ao Pão vivo que desceu do céu (Jesus Cristo, o amado Salvador, o esperado Noivo da Igreja) para a alma era o prazer e alegria sinceros de estarem reunidos, àqueles que já não eram mais cidadãos deste mundo, mas que, um dia, estariam todos juntos habitando, para sempre na Jerusalém celestial, para o corpo era o pão nosso de cada dia, o qual o nosso Pai tem nos dado abundantemente, por sua Graça e Misericórdia.      A oração mais importante nestas ocasiões deveria ser o “Pai Nosso”, não uma reza qualquer, mas a “oração modelo” que o próprio Salvador Jesus Cristo nos ensinou, alem de outras orações de agradecimento pelo fato de o Senhor ter nos feito digno, de participar de algo tão importante, que um dia toda a Igreja estará celebrando com ele, com os apóstolos e com os patriarcas, lá em cima, no lugar de eterno gozo e da glória perfeita. Deveria haver um celebrante, para a Ceia do Senhor, certamente algum pastor, bispo ou qualquer outro líder espiritual da igreja local. Esta parte da festa – talvez a mais importante – não era uma ministração de sacramentos nem um ritual místico, porém um memorial em que os crentes lembravam e anunciavam a morte do Senhor até que ele volte para buscar a sua Igreja santa, comprada com seu próprio sangue na cruz do Calvário. A festa Ágape e a Ceia do Senhor não eram nem jamais serão, motivo de glutonaria, dissensão, nem julgamento precipitado dos servos do Senhor, mas cada um deveria, assim como deve sempre, examinar-se a si mesmo, antes de comer deste pão e beber deste cálice que, segundo o próprio Senhor Jesus, simbolizam o seu corpo e o seu sangue derramado por nós, para a remissão de nossos pecados e a nossa justificação diante daquele que é Santo, Santo, Santo.                                                                 Que o nosso Deus possa abençoar a cada um dos irmãos. Que a paz de Cristo possa sempre reinar abundantemente em cada coração. Graça e Paz da parte de Deus Pai e de seu Filho, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Pastor e Bispo de nossas almas. Aquele que é que era e que sempre será. Maranata! Vem Senhor Jesus!
                                                                                                                           
                                                                              Por: Paulo Marques.

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Santidade e renuncia. Liberdade e bom testemunho. 

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